Reino de Maconge

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Artistas do Reino

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Leopoldo Frederico de Drummond Ludovice

Nascido a 4/01/1961, no Lubango, Angola, no edifício onde era o Foto Bazar.

Descendente por linha materna de madeirenses, alguns deles fundadores da cidade do Lubango, como Alfredo Pontes, José de Nóbrega, Francisco de Sousa (da Mapunda) e Guilherme Teixeira da Silva.

Filho da conhecida professora Manuela Nóbrega, do Liceu Diogo Cão e por linha paterna de uma família de arquitectos iniciada no século XVIII, com João Federico Ludovici, sendo seu pai, José Frederico Bravo de Drummond Ludovice, o quarto arquitecto na família Ludovice, conhecido com o arquitecto da cidade do Lubango, também ele professor do Liceu Diogo Cão.

Leopoldo Ludovice, frequentou na cidade de Sá da Bandeira o Jardim Escola Dr. Cruz Alvura, escola primária nº60, ensino primário particular dirigido pela professora Maria Cruz, escola preparatória Marquês de Sá da Bandeira e Liceu Diogo Cão até 1975.

Em Lisboa o seu percurso escolar artístico passa pela escola de artes visuais "António Arroio". Em seguida, ingressa no IADE (Instituto de artes visuais, design e marketing), completando o Bacharelato em design de equipamento e arquitectura de interiores em 1980. Tira a  licenciatura em design de comunicação, seguindo para o mestrado em Teoria da Arte Visual em 2010, tendo como defesa de Tese de mestrado, a obra “O arquitecto e compositor José Frederico Ludovice". Esta Tese foi apresentada pelo próprio em várias universidades de Luanda e Lubango em 2011.

Desde 1977, que se tem dedicado à pintura, desenho, genealogia e heráldica e arquitectura. Tem participado em várias exposições e com publicações em várias revistas e associações. Em 1996, criou um novo método de Educação Visual para deficientes visuais. Tirou o Curso de Genealogia na Universidade Autónoma de Lisboa, no ano de 2007. Em 2009, publicou "Apontamentos da genealogia da família Ludovice" na revista “Raízes e Memórias n° 25, Janeiro de 2009, da Associação Portuguesa de Genealogia”. A 17 de Setembro de 2009, como membro da Academia Internacional de Heráldica apresenta “Obra Heráldica e Genealógica”. Em 2011, iniciou uma tese sobre a origem genealógica do Almirante Cristóvão Colón, com base na heráldica das suas armas. Em Agosto de 2013, tendo como base o seu trabalho de Mestrado, sobre arquitectura Modernista, lança o livro, “O arquitecto compositor José Frederico Ludovice“ no Lubango, Angola. Em 2013, a convite do Arcebispado da cidade do Lubango em Angola, realiza o projecto de requalificação da Esplanada Capela da Sra. Do Monte no Lubango, Angola, iniciado pelo seu pai em 1962. Em 2014 participa no livro dos pintores do Oeste. No campo do design de  arquitectura, projectou vários trabalhos de design de interiores, bem como na reconstrução das casas tradicionais rústicas. Desde 1983, que lecciona Artes visuais e Design, no Básico e Secundário no Externato João Alberto Faria em Arruda dos Vinhos. A 21 de Julho de 2017, realizou uma Palestra sobre a Torre de Santa Cruz, Torres Vedras. na Azenha de Santa Cruz onde abordou os temas:  Os Ludovice Xavier Rodrigues. - O revivalismo da arquitectura romântica em Portugal. - A revelação de uma paixão que virou lenda. “Um verdadeiro ex-líbris da história de Santa Cruz.”. No dia 18 de Novembro de 2017 foi entrevistado na rádio de Mafra RCM, a propósito da comemoração dos trezentos anos do lançamento da primeira pedra do palácio convento de Mafra.  No dia 13 de Maio de 2019, lançou um livro no palácio convento de Mafra, com base em trinta anos de investigação, intitulada “A Mão direita de D. João V, João Federico Ludovici, o arquitecto Mor do Reino” (seu 7º avô por linha varonil) onde desenha uma biografia de João Federico Ludovici e desenvolve um estudo de análise exegética do Modelo Arquitectónico Ludoviciano e a sua génese. Neste momento está a desenvolver um estudo de investigação sobre a história da arquitectura da cidade de Sá da Bandeira, actual cidade do Lubango, para além de investigar a genealogia das várias famílias madeirenses fundadoras desta cidade.

 

Nasceu em 15 de Janeiro de 1921 em Matosinhos. Fez o curso liceal em Luanda. Por motivos alheios à sua vontade deixou a sua Angola e fixou-se em Salvador, Bahia/Brasil.

No entanto, as suas primeiras exposições foram em Angola, em 1936, no Andulo, e em 1937, em Luanda, com o apoio do jornal A Província de Angola.

Integrado na Missão de Estudos Etnográficos do Museu de Angola, trabalhou na recolha de elementos de etnografia e pintura, nomeadamente, em Quissama, Dondo, Moxico e Dembos.

Em 1943, obteve uma bolsa de estudos, da Câmara Municipal de Luanda. Fez o curso superior da Escola de Belas Artes do Porto.

Participou no Grupo dos Independentes do Porto, de cujo núcleo fez parte nos anos de 1944 a 1950. Defendeu tese em 1952 e regressou a Angola, passando a viver em Luanda.

Recebeu, também, mais os seguintes prémios: 1º prémio de aguarela da I Exposição de Artes Plásticas de Luanda; 2º prémio de pintura da Casa de Metrópole, em Luanda; medalha de bronze de "Caça e Pesca", Dusseldorf, Alemanha, 1954; 1º prémio, pastel, na exposição de artes plásticas da Câmara Municipal de Luanda, 1967; menção honrosa na Exposição Internacional de Desenho em Rijeka, Yugoslávia, 1970; medalha de ouro de desenho na Academia de Pontzen, Napóles, Itália, 1974.

Participou em várias exposições, designadamente, em: África do Sul, Angola, Bélgica, Brasil, Espanha, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Venezuela.


Executou várias decorações em edifícios públicos em Angola (incluindo o Hotel Universo), São Tomé e Cabo Verde. No aeroporto internacional de Luanda, tem um trabalho em grafite com a área de 345m2.

 

Executou também a decoração do Pavilhão de Angola na exposição de Bulawaio, Zimbawé, 1953. Em 1975 foi aos Estados Unidos decorar os interiores dos aviões "Boeing 737" dos Transportes Aéreos de Angola. Pintou, também, dois painéis para o Banco Auxiliar, no Brasil, em Salvador, 1981, e em Aracaju, em 1983.

Foi agraciado pelo Governo Português com a comenda da Ordem do Infante D. Henrique, em 1963, e com a comenda da Ordem de Mérito, em 1993.

Está representado em inúmeros dos principais Museus do mundo.

Residia em Salvador, Bahia, Brasil, quando se Ausentou Para Parte Incerta, em 11 de Maio de 1995


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D. Luis Paiva de Carvalho, Conde de Muskoka e Pintor-Mor do Reino de Maconge, esteve radicado em Toronto, no Canadá, até se ter ausentado para parte incerta, em 2006.

Juntou à sua arte, reconhecida sobretudo no Canadá, em Portugal e em Angola, outra virtude: a de congregar vontades e de manter vivo o espírito de Maconge, lá tão longe, onde não era suposto existir um elo tão forte ao Reino de Sonho, Lenda e Fantasia. De tal forma que mereceu do II Vice-Rei D. Olavo I, a honra da nomeação de Soba de Toronto, para além da atribuição da dignidade de Conde de Muskoka, Pintor-Mor do Reino.

As imagens que aqui se apresentam servem apenas para dar uma ideia da genialidade do Artista. A sua divulgação aqui, fica a dever-se à sua viúva, a actual Soba de Toronto, D. Ana Maria Carvalho e aos maconginos Leta Vieira e Luis Lopes.

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Nasceu no Lubango, Distrito da Huíla, em Angola, em 28/06/43. Professora, escritora, poetisa, ensaísta, pintora, Assessora do Ministério da Cultura, crítica literária e artística.

Diploma de Estudos Avançados (DElA) da Universidade do País Bas­co, Bilbao. Licenciada em História pela Faculdade de Letras de Lisboa, em Ciências Antropológicas e Etnológicas, em Ciências Sociais e Políticas e Administração pelo ICSP (Instituto de Ciências Sociais e Políticas) de Lisboa. Curso Superior de Espanhol do Instituto 


Cervan­tes de Lisboa. Curso de Pintura do Instituto Paula Frassinetti.

Tem-se dedicado à Técnica de Óleo e Aguarela. Exposições:

Angola, Portugal, Moçambique, Suécia, Alemanha, Noruega. Os se­us quadros encontram-se no Museu de Angola, Museu da Escrava­tura, Centro de Arte Moderna de Lisboa, Secretaria de Estado da Informação e Turismo, Ministério do Ultramar e Colecções particula­res Nacionais e estrangeiras.

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Nasceu a 27 de Maio de 1947 em Sá da Bandeira – Lubango - Angola. Pintor autodidacta dedica-se desde muito novo  à pintura  (óleo sobre  tela) ,  escultura  em  pedra , miniaturas em porcelana  e gesso.   As suas obras têm a  assinatura de “ Lello Rocha”.  Tem  efectuado  exposições individuais  e participado em exposições  colectivas. Pintor naturalista e paisagista os seus quadros fazem parte de colecções em Angola, África do Sul, Brasil, Espanha, Inglaterra  e Portugal,  estando representado  em  alguns organismos  públicos e colecções particulares.

Algumas das suas obras foram destaque nos livros Creadores III (2007) , Creadores IV(2008)  e Creadores V(2009)  das ” Asociaçon  Cultural  Aires de Cordoba” “ Revistarte,  Cialec e Conectarte “com publicação em Espanha  -  Córdoba.

e-mail : [email protected]

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Maria Manuela da Conceição Antunes, filha de Manuel Rodrigues Antunes e de Conceição da Costa Antunes. Nascida a 7 de Outubro de 1952 no Roçadas, Concelho do Cunene, Distrito do Cuamato - Angola.
Reside em Oliveira de Azeméis
É Professora de Educação Visual e Tecnológica há 38 anos. A pintura surge como um hobby, numa ocupação dos tempos livres.
Foi Presidente do Conselho Executivo de Escolas / Agrupamentos durante 11 anos. Participou em várias exposições Colectivas e numa exposição promovida pela Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, na 3ª. Edição do Ciclo da Primavera, em Março de 2003. Participou como secretária na “Cruz Vermelha Portuguesa” – Oliveira de Azeméis.  Foi Secretária na “Associação Recreativa e Cultural dos Inseparáveis da Huíla”. Dinamizou um Atelier de Artes na “Comissão de Melhoramentos de Azeméis”. Dinamiza um “Grupo de Jovens na Paróquia de Oliveira de Azeméis”.

Nos primeiros anos em Portugal, não só vendia os seus pequenos quadros, como também decorava Bolos para Baptizados, Casamentos e Aniversários e ainda decorava Salões de Festas para casamentos.

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Eduardo Augusto Guimarães Teixeira, "Bebé", nasceu a 22 de Agosto de 1941 no Lubango, então Sá da Bandeira. Teve a Instrução Primária dividida entre as escolas nºs 59 e 60. Frequentou o Liceu nacional Diogo Cão do 1º ao 7º ano.
Em 1962 mudou do Lubango para Benguela, onde iniciou a pintura a óleo sobre tela tendo como mestre um grande Pintor: Hugo M.J.
Verdades Seia.
Em 1966 ingressou no Banco Comercial de Angola em Benguela como empregado de carteira, de onde saiu em Dezembro de 1975 com a categoria de sub-gerente, vindo então viver para Portugal. Em 1976 ingressou no Banco Totta & Açores (actual Santander Totta), reformando-se em 2000. Tirou o Curso de operações bancárias com o estrangeiro.
Efectuou várias exposições individuais e participou em colectivas com especial destaque para a efectuada na Galeria Matos Ferreira em Lisboa. 
Mafra, Ericeira, Lourinhã para além de Lisboa são os locais onde teve oportunidade de expor com mais frequência. Pintor autodidata.

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Nasceu em Angola a 3 de Novembro, no planalto da Huíla, cidade, onde de muito cedo inicia o seu percurso artístico pelas artes decorativas fazendo vários cursos na sua terra natal.

Iniciou-se na pintura como autodidacta, tendo em 1990 já em Lisboa, frequentado durante 3 anos o atelier de Lita Teixeira onde desenvolve com rigor a técnica do óleo.

Em 1996 faz uma passagem pela Sociedade das Belas Artes no curso de pintura onde desenvolve novas técnicas, o que lhe permite apurar o seu estilo e rigor.

Decorridos doze anos de uma carreira em que se afirmou sobretudo como retratista, tem atracção pelo realismo, manuseadora fiel e exclusiva do óleo dedicando-se, com paixão, à figuração humana força viva das suas recordações. Contudo, sente também necessidade de transpor para a tela paisagens da sua África, predominando fins de tardes quentes, sempre junto da água – baías-praias.

Aqui e além surgem os desafios que faz a si própria, na procura de ir mais além, retratando a paixão e envolvência feminina e masculina, através quer da figuração corporal quer, simbolicamente, através das suas naturezas mortas em que a presença da ameixa transmite a sensualidade e feminilidade que nos faz pensar.

Exposições Colectivas

1998 - G.P.P. Artes “Nossos artistas”;   2003 - Posto de Turismo de Cascais

Exposições Individuais

2002 - Museu do Instituto Geológico e Mineiro de Lisboa;  2002 - Centro Cultural da Malaposta – Odivelas;   2003 – Espaço Arte “GAN” – Lisboa; - 2003 – Centro  Cultural de Cascais:  2003 – Pousada de S. Francisco – Beja;   2004 – Casa de Goa – Área Cultural – Lisboa;  2004 – Embaixada Portuguesa – Angola- Luanda;   2006 – Espaço Arte “Groupama” – Lisboa;   2007 - Casa de Angola - Lisboa

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João Manuel Mangericão, nomeado Retratista do Reino de Maconge, tem variada actividade artística, destacando-se sobretudo na poesia e no Retrato com numerosos trabalhos assinados com o pseudónimo de NECO.
Imbuído no espírito macongino, publicou em livro mais de uma centena de retratos de personagens de Maconge, desde nobres a plebeus, de que este álbum digital poderá dar uma ideia...
José Paulo Nóbrega - Zé Paulo - Começou em 2002 a esculpir em madeira uma gravata. O entusiasmo foi grande, e já vai na peça 49ª (em Outubro de 2011).
Participou numa feira em Azeitão, numa exposição no Hotel Tivoli no Parque das Nações (Minhaangola) com a Filomena Malva, e tem duas peças em exposição no Casino Estoril.
“O conceito de artesanato dado pelo Conselho Mundial do Artesanato diz que “artesanato é toda atividade produtiva que resulte em objetos e artefatos acabados, feitos manualmente ou com a utilização de meios tradicionais, com habilidade, destreza, qualidade e criatividade”.
Cada peça feita à mão é única, tem características próprias, independentemente de ter sido elaborada no mesmo material, no mesmo dia ou pela mesma pessoa. Trabalhar a madeira é mais que um hobby ou uma possível fonte de renda é uma terapia, uma forma de expressão, socialização e realização".
                              [Clicar neste arranjo para ver o álbum com as esculturas e os quadros]